¡Buenos días!!! Gui e eu acordamos um pouco mais cedo e, ao vermos que havia um pouco de sol, nos animamos para passear perto do hotel.
Como a família Braga estava se oeganizando, tomamos um café rápido e fomos andar por Punta Brava / Punta Carretas, mais especificamente em direção ao Farol de Punta Carretas. Nem preciso falar do vento, né? Aliás, vou aproveitar para fazer alguns comentários sobre o que esperar do Uruguai:
1) Venta muito, o tempo inteiro. E não é porque está nublado ou com chuva fina ao longo do dia: o pessoal comenta que venta mesmo no verão. O guia de ontem falou que dá para encontrar na internet vídeos de pessoas se segurando em cordas para andar por aqui.
2) Não é lenda: tem mais vacas/bois do que pessoas no Uruguai (em Montevidéu não vi, claro, mas na estrada tem).
3) A população de cachorros é praticamente metade da população de seres humanos. O que nos leva ao próximo ponto, absolutamente importante:
4) Cuidado onde pisa! Os uruguaios são muito educados, coerentes, corretos, mas acho que esqueceram a aula de recolher as fezes dos animais... Gente, é muito cocô na rua, se der um vacilo, já era!
Voltando ao passeio, o farol é pequeno e fofo! Valeu a pena para ter um pouco da vista da cidade, ver o rio de perto (que mais parece um mar, não tem jeito) e perceber que, apesar do cheiro forte de algas, não tem cheiro de maresia (claro, é rio... kkkkk). Cruzamos com vários cachorros pelo caminho, em especial o "cão de guarda" pequeno do farol, um fofo!
Retornamos ao hotel, nos encontramos com o pessoal e fizemos check-out. Pegamos o carro alugado, e seguimos em direção à segunda cidade do roteiro, Colônia do Sacramento, que fica a +/- 2h30 de Montevidéu. No caminho, paramos em uma casinha chamada Granja 109. Rapaz, quem quiser fazer uma parada para lanchar, almoçar ou comprar itens caseiros, super vale a pena. Provamos VÁRIOS queijos, todos deliciosos! E, quando chegamos, tinham acabado de tirar alfajores do forno. Provei um e, sério, foi o melhor que já comi na vida, tinha um pouco de limão e flor de sal! Meu almoço não estava tão delicioso, mas o pessoal gostou muito do que comeu!
Chegando a Colônia, deixamos as coisas na pousada e seguimos para o free walking tour. A cidade é pequena, fato, mas ainda assim valeu super a pena entender a história do local, saber por que é a única cidade do Uruguai fundada por portugueses, o motivo de ser estratégica, compreender sua disposição e a história das ruínas e das ruas antigas... Gostei muito!! Sem contar que a guia era uma figura (acho que o nome dela é Liliane, algo assim). Que cidade fofa! Uma delícia de passear, com um clima super romântico e agradável. Foi uma escolha muito acertada dormirmos aqui, e numa pousada dentro da parte histórica da cidade.
Terminado o tour, fomos ver o pôr do sol que, mesmo com o dia nublado, nos presenteou com um espetáculo lindo! Depois paramos em uma bodega e tomamos um vinho acompanhado de tábua de queijos (essa região tem bastante queijo local). Como ainda estávamos com fome, fomos para uma pizzaria napolitana chamada Napo, tomamos mais um vinho (claro), ficamos conversando até tarde e voltamos para o pousada!!
Clara, escrevendo sobre o dia 13 de outubro de 2026








