Saimos do hotel por volta das 5:30 da manhã pois o objetivo era ver o nascer do sol no Salar de Uyuni.
Antes, informações básicas (fonte Wikipedia, pois nosso guia só deu informações erradas): é o maior e mais alto deserto de sal do mundo, com 10.582 quilômetros quadrados e a 3.656 metros acima do nível médio do mar. O salar é também o único ponto natural brilhante que pode ser visto do espaço. O salar foi formado como resultado de transformações entre diversos lagos pré-históricos (há mais ou menos 40 mil anos).
Sobre a primeira atração do dia... Rapaz... Que nascer do sol maravilhoso! Cada tom completamente definido no céu, que não tinha nenhuma nuvem, o reflexo no Salar, que tinha uns dois dedos de água, o que deixava tudo ainda mais mágico. Sim, estava frio, mas quem ligou? Fiquei apreciando o espetáculo da natureza, e valeu cada segundo!
De lá fomos para a Isla Incahuasi. Um "amontoado" de terra, com um morrinho, no meio do Salar e que possui cactos imensos. Muito lindo o lugar, e o fato de ter um morro proporciona vistas lindas para o Salar!
Depois paramos no meio do salar para tirar as famosas "fotos de efeito". Porém, das 6 pessoas do grupo, apenas 3 (comigo, claro) ficaram animadas para fazer as brincadeiras. Até o guia estava desanimado, não querendo ajudar... Mesmo assim valeu bastante a zoação!
Passamos pelo único hotel que está localizado dentro do Salar. Ele também é de sal, mas achei equivalente com o que passamos a noite... Seguimos pelo Salar até sairmos no Pueblo de Colchani, povoado também pequeno, porém, com várias lojinhas de artesanato. Claro que comprei meu imã!!
Por fim, antes de chegarmos ao destino final, passamos pelo Cemitério de trens. Não sei se era porque eu já estava cansada, mas não achei nada de mais... Seguimos para o destino final, a cidade de Uyuni, onde almoçamos e ficamos na agência de turismo de lá. Foi o que precisávamos, WiFi, depois de 3 dias offline! Kkkk foi bom não apenas pra dar notícias, mas também para trocarmos as fotos com os demais do grupo!
No meio da tarde Nilda e eu seguimos para o aeroporto e pegamos o avião em direção à La Paz, onde dormimos para no dia seguinte seguirmos para a próxima etapa da viagem!
Clara, escrevendo sobre o dia 24 de abril.
Virou costume fazer relatos das minhas viagens... Dessa vez, resolvi me "atualizar", fazendo um Blog! Inicialmente focarei em viagens internacionais. Mais pra frente adicionarei as nacionais! Espero que gostem!
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quarta-feira, 25 de abril de 2018
terça-feira, 24 de abril de 2018
Segundo dia da maratona
Primeira vez que o dia começou mais tarde, saímos do "hotel" às 9:30 para continuar o tour.
Assim como no dia anterior, vou pontuar os lugares que fomos passando:
• Região de Pedras vulcânicas (não sei o nome): tem pedras com diversos formatos. Vimos a taça da copa do mundo, um camelo, "vale das pedras", coração partido. É divertido!
• Lago Negro: mais uma linda paisagem. Um lago negro escondido no meio das rochas. Tem que caminhar um pouco, mas vale muito a pena!!!
• Cañon de Anaconda: canion imenso formado por um rio bem fino, por isso o chamam de Anaconda.
• Vimos no caminho 3 pequenos "tufões / furacões" levantando areia. Tentamos tirar foto, mas não deu certo...
• Paramos para almoçar em Villa Alota. O curioso: fui com uma das suíças ver a igrejinha da vila. Chegando lá, tinham 3 garotas brincando na praça. Uma veio correndo em nossa direção e começou a puxar conversa. No final, ela pediu dinheiro...
• Cañon de Sora: este canion parece mais um vale. O rio também é fino mas as montanhas são mais afastadas umas das outras, deixando o visual diferente.
• Última parada em uma vila pequena chamada Julaca. Nada de mais... O objetivo, teoricamente, é beber cerveja artesanal vendida em um vendinha. Na prática, o pessoal ficou passeando pelo local.
Chegamos no hotel e tive uma boa surpresa. Sim, é bem simples, mas tem estrutura. O banho também é pago, mas é tudo bem organizado. Duas curiosidades bacanas: foi um "hotel de sal" e fica bem na frente do salar!!
Clara, escrevendo sobre o dia 23 de abril.
Início da maratona Uyuni
Hoje começou nosso passeio pelo / para o salar do Uyuni. Serão 3 dias / 2 noites com um mesmo grupo de pessoas. Estamos em 6 pessoas: Nilda e eu, 2 garotas que moram na Suíça sendo uma cubana e a outra angolana, e 2 que moram na Alemanha sendo um grego e a outra inglesa.
A primeira "parada" foi nas aduanas. A do Chile foi rápida, mas a da Bolívia... Além de ter demorado, estava MUITO frio. Tanto que até a galera da Suíça e da Alemanha se agasalharam, colocando, inclusive, meias nas mãos!
Ao entrarmos no Parque Eduardo Avaroa, começamos a fazer diversas visitas. Vai ser mais fácil pontuar cada uma delas.
• Laguna Branca: Onde tivemos a primeira vista fantástica. Ela tem essa cor por causa do mineral Borax, usado em detergentes. Que lugar maravilhoso! Uma vista sensacional, com as montanhas refletidas na lagoa... E o silêncio... Uau!
• Laguna Verde: por causa do bronze e do cobre, a lagoa fica verde quando tem vento. Hoje não foi o caso, então foi uma vista "ok", ainda mais depois da anterior.
• Deserto Dali: rochas vulcânicas no meio do deserto, rodeado por cordilheiras. É bonito, mas "apenas", isso.
• Águas Termales: foi uma experiência equivalente ao Geyser del Tatio, a piscina bem pequena e lotada. Nem o pessoal do carro quis ir. Mas a vista é linda! Foi lá que almoçamos. Ah, todas as refeições estão incluídas no passeio.
• Geyser Sol de Mañana: fica a 4.890 metros acima do mar, o lugar mais alto do passeio. O vulcão onde a região fica não é ativo. É praticamente só fumaça e, para piorar, o cheiro de enxofre é muito forte. Eu sei que nunca é bom fazer comparações, mas isso não é um Geyser...
• La Laguna Colorada: como o nome diz, é uma lagoa colorida. Ela tem 16 km2 e possui diversas cores por ter vários microorganismos, o que atrai os flamingos. O lugar é muito lindo, vista maravilhosa, e realmente tem MUITO flamingos. Agora, é frio, pois venta demais, e a latitude continua alta!
No final da tarde chegamos ao hotel, que parece alojamento, onde passamos a noite. Basicamente é na casa de alguém, no povoado de Villamar, que disponibiliza um quarto para todo o grupo. Atenção: um único quarto para as 6 pessoas. É bem simples, MUITO simples. Não tem papel higiênico (mas o pessoal da agência avisa que deve-se levar um), para tomar banho tem que pagar e as camas são bem básicas. O grupo todo tinha levado saco de dormir, e o colocou em cima de suas respectivas camas. Como minha amiga e eu não levamos, pegamos as colchas das camas das suíças e reforçamos as nossas.
Com essa experiência, seguem dicas muito importantes:
• É bom levar o saco de dormir. Eu não senti frio com as colchas, mas sei lá se as roupas de camas foram lavadas... A casa era MUITO simples.
• Além do papel higiênico, levem lenço umedecido. É muito mais prático... Levem dois, pois acaba-se emprestando pro grupo.
• Cuidado com a altitude. Duas pessoas passaram mal, sendo que uma delas foi para o posto médico e teve que tomar remédio e oxigênio. Eu mesma, a noite, tive um pouco de dificuldade de respirar, acho que um misto de nariz entupido e falta de oxigênio. A grande dica é comprar Sorojchi Pills, um remédio que ajuda no mal d altitude. A própria médica do posto recomendou.
• Esqueçam internet, sinal de telefone... Esqueçam contato! Tinha apenas uma tomada, e ficamos dividindo-a.
Clara, escrevendo sobre o dia 22 de abril.
A primeira "parada" foi nas aduanas. A do Chile foi rápida, mas a da Bolívia... Além de ter demorado, estava MUITO frio. Tanto que até a galera da Suíça e da Alemanha se agasalharam, colocando, inclusive, meias nas mãos!
Ao entrarmos no Parque Eduardo Avaroa, começamos a fazer diversas visitas. Vai ser mais fácil pontuar cada uma delas.
• Laguna Branca: Onde tivemos a primeira vista fantástica. Ela tem essa cor por causa do mineral Borax, usado em detergentes. Que lugar maravilhoso! Uma vista sensacional, com as montanhas refletidas na lagoa... E o silêncio... Uau!
• Laguna Verde: por causa do bronze e do cobre, a lagoa fica verde quando tem vento. Hoje não foi o caso, então foi uma vista "ok", ainda mais depois da anterior.
• Deserto Dali: rochas vulcânicas no meio do deserto, rodeado por cordilheiras. É bonito, mas "apenas", isso.
• Águas Termales: foi uma experiência equivalente ao Geyser del Tatio, a piscina bem pequena e lotada. Nem o pessoal do carro quis ir. Mas a vista é linda! Foi lá que almoçamos. Ah, todas as refeições estão incluídas no passeio.
• Geyser Sol de Mañana: fica a 4.890 metros acima do mar, o lugar mais alto do passeio. O vulcão onde a região fica não é ativo. É praticamente só fumaça e, para piorar, o cheiro de enxofre é muito forte. Eu sei que nunca é bom fazer comparações, mas isso não é um Geyser...
• La Laguna Colorada: como o nome diz, é uma lagoa colorida. Ela tem 16 km2 e possui diversas cores por ter vários microorganismos, o que atrai os flamingos. O lugar é muito lindo, vista maravilhosa, e realmente tem MUITO flamingos. Agora, é frio, pois venta demais, e a latitude continua alta!
No final da tarde chegamos ao hotel, que parece alojamento, onde passamos a noite. Basicamente é na casa de alguém, no povoado de Villamar, que disponibiliza um quarto para todo o grupo. Atenção: um único quarto para as 6 pessoas. É bem simples, MUITO simples. Não tem papel higiênico (mas o pessoal da agência avisa que deve-se levar um), para tomar banho tem que pagar e as camas são bem básicas. O grupo todo tinha levado saco de dormir, e o colocou em cima de suas respectivas camas. Como minha amiga e eu não levamos, pegamos as colchas das camas das suíças e reforçamos as nossas.
Com essa experiência, seguem dicas muito importantes:
• É bom levar o saco de dormir. Eu não senti frio com as colchas, mas sei lá se as roupas de camas foram lavadas... A casa era MUITO simples.
• Além do papel higiênico, levem lenço umedecido. É muito mais prático... Levem dois, pois acaba-se emprestando pro grupo.
• Cuidado com a altitude. Duas pessoas passaram mal, sendo que uma delas foi para o posto médico e teve que tomar remédio e oxigênio. Eu mesma, a noite, tive um pouco de dificuldade de respirar, acho que um misto de nariz entupido e falta de oxigênio. A grande dica é comprar Sorojchi Pills, um remédio que ajuda no mal d altitude. A própria médica do posto recomendou.
• Esqueçam internet, sinal de telefone... Esqueçam contato! Tinha apenas uma tomada, e ficamos dividindo-a.
Clara, escrevendo sobre o dia 22 de abril.
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