sábado, 30 de janeiro de 2016

Último dia de viagem

Hoje resolvemos curtir um pouco a cidade de Amboise, então fomos tomar café em uma das cafeterias mais famosas da região (está na top 10, segundo alguns sites): Bigot. Ela fica localizada bem no centro da cidade, acredito que seja na rua principal, que é justamente onde fica o castelo de Amboise e o castelo onde Leonardo DaVince morou.

O café foi bom, o lugar muito agradável e o que comemos estava gostoso. A cidade é uma graça, com restaurantes, cafés e lojinhas concentradas nessa “rua principal”. Depois do café nós andamos um pouco por ela, e depois seguimos para Clos Lucé.

Clos Lucé é a casa na qual Leonardo DaVince morou nos seus últimos 3 anos de vida, se eu não me engano. Ele se mudou para a França a convite do rei, na época Francisco I. Atualmente a casa (que é grandinha) é um museu e possui mais de 50 representações de invenções dele! Sim, ela foca nas invenções e não nas pinturas! No início temos um pouco a descrição da casa (representação e significado de cada cômodo). Em seguida, no térreo, temos as explicações de algumas das invenções deles, que foram “construídas” com materiais existentes na época em que ele estava vivo. Além disso, algumas dessas invenções tem explicações através de vídeos, o que torna mais fácil entender como cada uma delas funciona. Depois saímos da casa e entramos em uma outra área com mais de 50 itens reproduzidos em escala menores, de madeira, e separadas por cada “utilização”/setor: aeronáutica, militar, mecânica, etc. Por fim, chegamos no jardim (lindo, imenso) no qual temos representações em escala maiores (acho que algumas até em tamanhos “reais”) de parte dessas invenções! Muito interessante, especialmente pelo fato das invenções serem interativas! A quantidade de crianças brincando era fantástica, fora que o jardim em si, que parece mais um bosque, é muito agradável!
Depois do almoço nós seguimos viagem em direção à Versalles. Desta vez, não pegamos a pista pedagiada (muito cara), o que acabou sendo a melhor opção. Claro, demoramos mais para chegar, porém a vista compensou. Estávamos no outono, o que torna a paisagem diferente do que estamos acostumados, e linda! Parte das árvores sem folhas, várias folhas amarelas e alaranjadas no chão, caindo ou ainda nos galhos, lindo demais!
Chegamos em Versalles. Rapaz, que imensidão! Rsrsrs O castelo é muito grande, o jardim então, nem se fala! Assim que chegamos, compramos o ticket com o áudio-guia e fomos direto para um café (que tem dentro do castelo) para comermos algo. Estávamos com muita fome, mas a comida é em ruinzinha.... Depois iniciamos o tour dentro do castelo. No início, o áudio-guia é bem interessante mas, depois de um tempo, se torna um cansativo. É porque ele traz detalhes específicos de como o cômodo foi construído ou decorado, ou mesmo como os quadros foram pintados. Não contam a história do castelo em si, pelo menos não de uma forma que prenda atenção. Tanto que depois de um tempo paramos de ouvir o áudio.

Mas o jardim... Caramba, dá para se perder nele! Nós andamos muito, vimos o sol se pôr, andamos mais um pouco, chegamos em uma parte do lado, vimos o castelo todo iluminado, e vimos que já estava tarde e tínhamos que voltar. Detalhe: quando vimos o mapa, percebemos que não tínhamos andado nem metade do jardim!

Fomos para o hotel, que ficava bem perto do aeroporto, fomos jantar em um restaurante italiano que ficava dentro de um shopping (nada de mais) e voltamos para o hotel, para a no dia seguinte voltarmos para a realidade...

Clara, escrevendo sobre o dia 30 de outubro de 2015.
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quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Dia de ver castelos!

O que se faz no Vale du Loire além de ficar passeando e curtindo as cidadezinhas? Vamos visitar castelos! E foi isso que fizemos!

Separamos dois castelos para visitar hoje.

Começamos pelo Chambord. Ele fica a mais ou menos 1 hora de Amboise. O castelo é imenso, porém praticamente vazio. Os aposentos têm pouquíssimos móveis, como camas. Além disso, durante a visita você aprende que o castelo sofreu diversas alterações em sua estrutura original. O bacana daqui é fazer o tour com um ipad (que é alugado no próprio castelo): com ele você não apenas lê as explicações de cada cômodo (o aparelho identifica onde você está e automaticamente te trás as informações e opções para maiores detalhes), como também mostra como era a decoração e estrutura anteriormente. Bem interessante, porém achei um pouco maçante: muitos detalhes sobre tudo. No final já estávamos cansados.

O segundo castelo foi o Chenonceau, que fica a 30 minutos de Amboise. MARAVILHOSO! Não é tão grande quanto o anterior, mas é muito agradável. Uma localização ótima, com jardins maravilhosos e um tamanho ideal para um tour. Pegamos o áudio tour, que foi ótimo, pois as explicações eram interessantes e objetivas. Eles contam efetivamente a história do que aconteceu lá de forma envolvente. Eu ficava ouvindo, dentro de cada aposento, e imaginando como deveria ser viver naquela época. E mais, aqui o castelo está todo decorado, então fica mais fácil imaginar! Recomendo muito não apenas visitar o castelo, como também pegar o audioguide.

De noite jantamos em Amboise. Primeiro tentamos ir para o restaurante Le Lion d’Or, por indicação de minha irmã, porém estava fechado. Então fomos no La Reserve. Tudo que pedimos estava bom: entrada, pratos principais e sobremesa.

Clara, escrevendo sobre o dia 29 de outubro de 2015.

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Último dia em Paris



Saímos relativamente cedo do hotel para tentar fazer o dia render, uma vez que hoje sairíamos de Paris. Também foi um dia que visitamos lugares que normalmente não são prioridades.

O roteiro foi dedicado ao bairro Marais. Primeiro fomos para Place des Vosges. É uma praça relativamente pequena (quando comparada a Luxemburgo, por exemplo). Originalmente todo complexo de prédios ao redor da praça era uma única residência construída pelo Rei Henri IV. Mas depois que a mansão foi desmembrada em diferentes residências e edifícios, a praça continuou atraindo moradores ilustres, entre ele o escritor Victor Hugo, que morou no número 6 por muitos anos até decidir abandonar Paris durante a Revolução (e então escrever o clássico Les Miserables). Passeamos um pouco pelo jardim, mas confesso que esperava mais.

Seguimos para o Centro Georges Pompidou. Quando chegamos lá, ainda estava fechado. Então resolvemos andar pelas redondezas, quando encontramos uma chocolateria maravilhosa chamada Le Comptoir de Mathilde. Que loja fofa! Excelente para encontrar lembrancinhas para dar!

Voltamos para o Centro (uns 10minutos antes de abrir) e, para nossa surpresa, já tinha fila! Isso mesmo! Como tínhamos o Paris Museum Pass, nossa fila era menor... O museu Pompidou é um espaço multifuncional, que abriga um museu, uma biblioteca, um centro de pesquisa sobre música, um restaurante, além de um grande espaço para exposições temporárias. Além disso, sua arquitetura chama atenção, pois ela muito moderna, com todos os tubos e dutos aparente. Apesar de possuir um acervo tentador para os amantes da arte (ele possui Picasso, Miró, Braque, Matisse, etc.), nós fomos lá com um único objetivo: o último andar oferece uma vista bacana da cidade. Quando chegamos lá, me decepcionei. De verdade, não vale a pena ir só pela vista.

Depois fomos para um jardim nada turístico, mas que ficamos curiosos em visitar por causa da homenagem: Jardin Anne-Frank. Trata-se de um jardim escondido, pequeno, mantido pelos próprios moradores da redondeza. E mais: eles também possuem uma pequena plantação compartilhada. Quando estivemos lá, tinham duas pessoas e uma criança adubando e mexendo nas plantas! Uma graça!

Por fim, fomos ao Musée des Arts et Métiers. Gente, se eu tivesse mais tempo ou soubesse como ele era interessante, não teria perdido meu tempo na fila do Pompidou! É um museu que possui/expõem alguns experimentos/invenções históricas do século 16 (+/-) tais como a máquina de calcular de Pascal, o laboratório de Lavoisier, o pêndulo de Foucault! Como falei, por causa do tempo, só vimos o pêndulo, e ficamos nele uns 20 minutos! Kkkk! De verdade, quem é curioso e gosta de saber como as coisas funcionam, deve visitar esse museu!

De lá fomos pegar o carro para irmos para a última etapa da viagem. E aí tivemos uma bela dor de cabeça. Resumindo MUITO a história, o carro não estava mais disponível porque, segundo a Enterprise, o mesmo estava marcado para ser entregue às 8h da manhã, e eles só possuem uma tolerância de 2 horas. Como nós chegamos 14:30h, não tinha mais nada a ser feito. Ligamos para o cara com quem fechamos a viagem, reclamamos um monte, mas não teve jeito. Tivemos que alugar, pelo dobro do preço, um carro pior em outra empresa.

Pegamos nossas malas no hotel e fomos para a última etapa: o Vale do Loire, mais especificamente a cidade de Amboise. Chegamos lá tarde, então não fizemos nada.

Clara, escrevendo sobre o dia 28 de outubro de 2015.

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