quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Um dia no museu

Antes de qualquer coisa, preciso deixar algo bem claro: valeu SUPER a pena ter ido ao The River Café. Mesmo tendo sido caro, todo o resto superou isso. Eu faria tudo de novo!

Agora sobre o dia de hoje: Lembram como o primeiro dia estava um sol lindo maravilhoso com um frio de lascar? Pois então, a situaão invertou: dia super nublado – de noite teve chuva – comuma temperatura agradável – só foi sair “fumacinha” da boca umas 22hs da noite.
Acordamos tarde, umas 9hs. Por isso, só saímos do hotel umas 10hs. Tomamos café e fomos para o Museu de História Natural, que fica perto do Central Park (aquele do filme “Uma Noite no Museu”).

Gente, o museu é IMSENSO, e tem coisas muito interessantes! Nós saímos de lá umas 16:30, e não tínhamos visto nem a metade! O que visitamos foi:
*“The Journey of the Stars”: uma apresentação sobre as estrelas e como elas são formadas. O interessante é que é como se fosse um IMAX, mas com a tela redonda e a projeção para cima. Quem assiste Friends, é o lugar do primeiro encontro de Ross e Rachel.
*Akeley Hall of African Mammals”: muito bom! Eu achei a melhor parte do museu! São representações empalhadas dos mamíferos da África. Muito interessante mesmo.

*”Milstein Hall of Ocean Life”: a baleia gigante é imperdível!
*”Ross Hall of Meteorites”:tem um pedao real de um meteoro que se chocou com a Terra, bem interessante.
*”South American Peoples”: todos os povos são interessantes: Maias, Andinos, índios da Amazônia... bem bacana, com reproduções muito bem feitas!
*Árvore de Natal de Origami: nela, todos os enfeites são feito em origami, representando cada uma das diversas exposições do museu.
*”North American Mammals”, “Guggenheim Hall of Minerals”, “Hall of Biodiversity” e “Ornithiscian Dinosaurs”.

Saímos do museu e fomos direto para o Shake Shack, uma indicação de minha mãe, para comermos uma torda de limão. Chegando lá, não encontramos a torta no cardápio! Então resolvemos deixar para ir a outra loja da Shake Shack, e fomos para a região do Lincoln Center.

Nossa primeira providência foi almoçar. Fomos ao PJ Clark. Nada de mais, “apenas” com uma vista muito bacana do Lincoln Center. Ao terminarmos o almoço fomos para o Lincoln Center For The Performing Arts. Como já estava anoitecendo, o lugar estava mágico! Iluminação linda e o lugar super charmoso!

De lá fomos para a loja Bed, Bath & Beyond. Pessoal, quem quer coisas para casa – pipoqueira, torradeira, máquina de wafle, máquina de sorvete, etc – lá é o lugar! Muito bom! Como eu já sabia o que eu queria – graças à indicação da minhas super irmã Tais – então passamos rápido por lá. Agora, se não tivéssemos passado praticamente o dia inteiro em pé no museu, acho que perderíamos um bom tempo por lá...

Próxima parada: Century 21. Fomos lá em busca dos lençóis um milhão de fios, mas só vende isso na loja que fica amis ao sul da ilha... Então demos uma olhada rápida – tudo MUITO barato – e fomos para a última loja que queríamos visitar na região: Apple. Lá, fomos fazer 3 coisas específicas: comprar um iPhone para a irmã de Dan (não conseguimos, para comprar o iPhone tem que fazer reserva pelo site no dia anterior); comprar um iPod Nano para o irmão de Dan (conseguimos) e consertar o iPod de Ramon, meu amigo. Esse ultimo não foi possível no momento que estávamos lá, pois tínhamos que reserva um horário com o “Genius Team” para verificar o problema. Enquanto estávamos pagando o iPod Nano, aproveitamos para agendar o horário no mesmo dia, só que às 20:50. Voltamos para o hotel, tomamos banho, nos arrumamos, e voltamos para a Apple. O bom: conseguimos resolver o problema (não da forma que esperávamos, mas...).

De lá, fomos para a querida e amada Time Square! Não precisa falar nada sobre lá, né? Toda iluminada e viva como sempre! Fomos para a Toy R Us e MAC, e jantamos no Buble Gump (lembram no Forest Gump? Pois então, é o restaurante de camarões dele...). De lá, voltamos para o hotel.

Ah, a dica do dia (viu CaRla?): quem for ao Museu de História Natural (American Museum of Natural History), precisa baixar – de graça – o aplicativo deles: American Museum of Natural History EXPLORER. Como o museu possui internet de graça, o aplicativo funciona perfeitamente bem – principalmente o aparelho tiver GPS. O aplicativo localiza onde você está no mapa do andar em questão, informa as atrações de todos os pavilhões e, clicando em cada um, você tem um resumo do que ele é. Baixem!

Clara, comentando sobre o dia 20 de dezembro de 2011.

Comentários dos comentários:
Ramon: sim, valeu muito a pena o jantar! E, época de Natal não tem jeito, é igual para todo o mundo!
CaRla: rapaz, tenho só uma observação: realmente EUA é o centro do capitalismo, mas a grande maioria que estava comprando no Outlet era brasileiro ou asiático!
Fatima (mãe): o problema desses cartões é pagá-los...
Sergio (pai): tenha certeza que paguei o restaurante muito satisfeita! Faria tudo de novo!

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Dia de compras e jantar especial – e caro

Hoje foi o (primeiro) dia das compras! Fomos ao Woodbury Premium Outlet.

Como todos sabem, passar um dia comprando em um Outlet é divertido, mas também muito cansativo. São poucos os pontos que valem a pena comentar:

1) Logo quando chegamos, o Outlet estava tranquilo. Entrávamos nas lojas sem qualquer problema ou confusão, e conseguíamos fazer tudo tranquilo. A partir de umas 11hs começou o caos, destacando duas lojas: a Polo Ralph Lauren, que, quando entramos, estava tão cheia, confusa, barulhenta, e não aguentamos ficar lá dentro 5 minutos; e uma loja de sapatos de couro australiana, que estava com fila para entrar na loja!

2) Passei o dia inteiro procurando um sobretudo bacana para mim que fosse bonito e com um bom preço. Fui encontrar, literalmente, na última loja feminina que eu queria entrar...

3) Dan também passou o dia inteiro tentando comprar um terno para ele. Acontece que as lojas não tinham a numeração dele! Só fomos encontrar em uma loja não muito conhecida, mas especializada com numeração maiores.

4) Não achei tanta coisa em conta, promoções imperdíveis, ou coisas do tipo. Acho que por causa da época de Natal, os preços não devem ficar altos...

De noite fomos jantar em um lugar M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-O! Dan quem descobriu o lugar. Ele tinha me avisado que seria caro mas, como as fotos eram fantásticas, então topei jantarmos lá.

O nome do restaurante é The River Café. Ele fica logo após a ponte do Brooklin, fica na beira do rio e possui vista para Manhattan. O restaura é caro, muito caro, mas é fantástico! 1º o próprio restaurante é muito bonito. Ele exige que os homens estejam de terno. Dan estava sem, então eles emprestaram um para ele. 2º, a vista. É indescritível! E, como fizemos reserva antes, ficamos com uma mesa na janela! 3º a comida. MUITO boa! E em quantidade “normal”, bem serviço!

Fatos engraçados que aconteceram lá: logo quando sentamos na mesa, veio uma moa entregar umas flores para mim. Quando olhei para Dan para agradecer, vi que ele estava com uma cara de surpresa. Quando a moça saiu, ele falou que não tinha feito nenhuma encomenda. Depois de um tempo, um outro garçom veio nos perguntar o que estávamos comemorando, pois tínhamos encomendado flores e tudo o mais. Dissemos que não era nenhuma ocasião especial e que não tínhamos comprado nenhuma flor. Um tempo depois, uma outra moa veio me trazer uma única rosa, dizendo que éramos um casal bonito, ou algo do tipo. Quando fomos embora, ninguém mais mencionou as flores iniciais... Outro fato interessante é que a garçonete que estava nos atendendo era brasileira, mas só fomos descobrir isso já prato principal, e por um acaso! Foi ótimo pois ela nos explicou várias coisas do restaurante, da vista, e nos deu uma dica maravilhosa para sobremesa!

Resultado final do restaurante? Ele realmente é muito caro. Por outro lado, o restaurante é muito bom (pelos fatores mencionados anteriormente). Só não sei ao certo se vale a pena a ponto de indicar para qualquer um. Para mim, valeu super a pena, e eu faria tudo de novo!

Clara, escrevendo sobre o dia 19 de dezembro de 2011.

Comentários dos comentários:

Ramon: Já está sendo especial, sim! E outra, o dia de ontem foi de presente, pois hoje o tempo começou a fechar e a previsão a partir de agora é nublado e chuva...

Mãe: Eba!! Você veio ler o meu blog!!! Não se preocupe que anotarei todas as dicas para você!

CaRla: Eu juru que tento resumir, JURU! Mas não consigo... rsrsrs Acho que ocê me entende, não?? Rsrsrs Ah, e vá anotando mesmo! Quantos dias você passará em NY?

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Frio no Central Park

Mais uma viagem a ser descrita aqui no blog. Dessa vez, será apenas uma única cidade: semana de Natal em Nova York, apenas Dan e eu! Especial, né?

Chegamos no aeroporto JFK 5:30s da manhã – horário de NY. Passamos literalmente 1:30 na fila da migração. Logo quando chegamos, não tinha ninguém atendendo. E ficou assim durante um bom tempo, vai entender...

Chegamos no hotel umas 8hs. Como não tinha nenhum quarto disponível, apenas deixamos nossas malas e fomos em direção ao Central Park! Sim, hoje o dia estava LINDO, sem absolutamente nenhuma nuvem no céu! Então resolvemos começar a viagem por lá, afinal, Central Park não tem graça em um dia feio...

Começamos o passeio pelo Columbus Circle, onde estava ocorrendo uma das Holiday Markets que tem pela cidade. Inicialmente eu estava interessada em comprar apenas enfeites de Natal. Porém, o frio estava TÃO grande – mesmo com o sol maravilhoso – que Dan acabou comprando luvas e gorro, e eu comprei um gorro que parece o de Chaves, mas que aquece bastante. Antes de contar os detalhes do passeio, um comentário: o frio estava tão grande que, mesmo com uvas, nossos dedos ficaram muito vermelhos – até Daniel, que ADORA frio, reclamou bastante!

Saímos do mercado e fomos para o rinque de patinação de lá. Gente, só nesse curto caminho, já deu para curtir uma nova Central Park: sem nenhuma neve (sim, a última neve que ocorreu aqui foi em outubro), sem NENHUMA folha, um sol maravilho e um frio de lascar! Mas parque é lindo mesmo, um charme! Chegando à pista de patinação, resolvemos que deixaremos para patinar em um dia de semana, que é mais barato e provavelmente estará mais vazio.

De lá, fomos em direção ao zoológico. Mas antes, o frio estava tão grande, que resolvemos parar no Dairy, uma casinha de gift shop que tem logo no início do parque. Também passamos pela estátua do Balto, um cachorro que algum tempo atrás fez algo importante. O “interessante” é que esse cachorro é realmente famoso, pois o mesmo possui destaque em praticamente todos os mapas do Central Park, além de ter VÁRIAS pessoas tirando foto. O zoológico não tem nada de mais: pequeno, fofo, com uma floresta tropical e uma parte que representa a região polar. Só recomendo se tiverem com tempo sobrando... Ah, uma coisa interessante lá – que não precisa pagar – é o Delacore Music Clock! É fofinho e quando passamos, claro, estava tocando música de Natal. Se eu não me engano ele toca de hora em hora...

Depois fomos para o Conseratory Water, absolutamente nada de mais, passamos pelo Trefoil Arch, das ponte que já vimos em diversos filmes, e chegamos no Bathesda Terrace, na minha opinião um dos pontos mais famosos – e bonitos – do parque! Esse terraço também já foi cenário de VÁRIOS filmes! Tem uma vista maravilhosa, a beira do lago. Frioo... Ficamos sentados por um tempinho – no sol, claro – apreciando a vista e o lugar! Delícia!

Passamos pela Bow Bridge, até chegarmos em outro ponto super famoso – mas não tã bonito: Strawberry Fields, onde fica a imagem do “Imagine” no chão, homenagem de Yoko Ono para John Lennon. Essa imagem fica bem na frente do prédio no qual ele foi assassinado...

De lá seguimos para o Belvedere Castle. Lugar também usado em vários filmes, mais recentemente em “Os Smurfs”. O castelo em si é apenas bonitinho, mas a vista para o Great Lawn, com os prédios ao fundo e um lago no meio do caminho, é fantástico! Lindo demais!

Terminamos nosso passeio pelo Central Park no Obelisk. É interessante, antigo, bonito, mas sem muito destaque. De lá fomos para o MET – Metropolitan Museum of Art. O museu é muito grande, e estávamos muito cansados – viagem + Central Park. Então compramos o City Pass e fomos direto ver a Ávore de Natal que usa enfeites do século 18. Para mim, que gosta de coisas de Natal, valeu super a pena. Não pela árvore em si – que é bem fraquinha – mas pelos enfeites na base da árvore.

Depois fomos direto para o hotel, dormimos um pouco, saímos para comer em um lugar próximo e voltamos para o hotel: amanhã será mais um longo dia!

Ah, uma dica: eu baixei no iPhone um aplicativo chamado Central Park Conserancy. Mesmo sem internet – apenas o GPS – esse aplicativo foi maravilhoso, localizando onde estávamos e todas as atrações próximas à nossa localização, recomendo!

Clara, escrevendo sobre o dia 18 de dezembro de 2011