sábado, 24 de outubro de 2015

3ª etapa da viagem: Paris

Terminamos a etapa Islândia com mais uma caçada frustrada à Aurora Boreal. Acordamos 4h, fizemos o check in, e fomos “procurar” pelo fenômeno. Não tivemos sucesso.

O voo, apesar de tranquilo, foi cansativo: saímos da Islândia 7:30h chegamos em Paris 13h (considerando as mudanças de fuso)! Até chegarmos no hotel, foi bastante puxado e cansativo.

Saímos do hotel e fomos direto para o Trocadero: sim, fomos ver “ela”, a imponente Torre Eiffel! A cidade estava toda movimentada. Não sei se é porque hoje é sábado, mas nós cruzamos com 2 manifestações e VÁRIAS famílias na rua! No Trocadero mesmo, além de turista, tinham muitas famílias francesas (ou ao menos falavam francês) aproveitando a tarde e admirando os artistas de rua.

Depois de curtirmos também esse clima, fomos pegar nosso ticket para subir até o 3º andar da torre sem pegar filas. Sim, isso é possível de duas maneiras: comprar direto no site da torre, com hora marcada. Quando fomos comprar, não tinha mais: queríamos ver o pôr-do-sol lá, mas é o horário mais procurado. Então fomos para a segunda opção: comprar o mesmo ticket através de agências ou sites de pacotes turísticos. Eu comprei no City Discovery e tive uma surpresa: além o ingresso e de “furar” fila, uma guia nos acompanhou e nos explicou diversos fatos históricos. Foi bem bacana!

Sobre a torre... O que falar? Além de se um “ponto turístico obrigatório” de Paris, vale muito a penas não só apreciá-la “de baixo”, de dia e a noite, como também subir e ver a vista de toda a cidade. Não conseguimos ver o sol se pôr efetivamente, pois estava nublado, mas conseguimos acompanhar as luzes se acendendo aos poucos!

Depois caminhamos um pouco às margens do rio Sena até a ponte Alexandre III, linda!, e fomos jantar no Quartier Latin. Todos já tinham comentado comigo sobre como o bairro e suas ruas eram interessantes, agitadas e gostosas de passear, mas ainda assim consegui ficar surpresa! Muita gente na rua, diversos artistas cantando ou se apresentando, o pessoal curtindo... muito bacana! Destaque para um rapaz que estava na estação de metrô cantando Elvis, Michael Jackson, etc, que estava com uma plateia tão grande cantando e dançando que estava difícil circular! Muito bom!
 
Clara, escrevendo sobre o dia 24 de outubro de 2015. 
 

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Cachoeiras do Sul + Blue Lagoon

Total de quilômetros rodados no dia, de acordo com o Google Maps: 260km!

Antes de qualquer coisa, de madrugada nós acordamos e tentamos ver a aurora boreal. Isso porque vimos que o céu estava estrelado, estava frio, e alguns aplicativos que baixamos informavam possibilidade de acontecer o fenômeno. Mas não tivemos sorte...

Hoje foi o nosso último dia na Islândia, então fechamos a “volta na ilha” percorrendo a região sul até chegarmos ao aeroporto novamente.
 
Começamos indo novamente para a Praia Negra, pois como o tempo estava um pouco melhor, queríamos vê-la com mais calma, o que foi bacana! Depois pegamos a outra estrada para chegarmos mais próximo do Dyrhólaey, com uma boa vista da praia!

Depois chegamos na “sessão cachoeiras do sul”. Visitamos um total de 3:

Skógafoss: possui 62 metros de altura e 15 de largura. É possível apreciá-la no nível da queda, ou por cima. Resolvemos subir os 430 degraus para vê-la do alto, e valeu a pena! Dizem que lá praticamente fica um arco-íris constantemente, e nós o “pegamos”. Bem bonito, acaba dando um charme a mais na cachoeira.

Seljalandfoss: uma cachoeira com 70 metros de altura. Não podemos vê-la de cima, mas podemos passar por trás dela. Estava ventando muito, então nos molhamos MUITO! Mas valeu a pena!

Gljúfrafoss: fica logo após Seljalandfoss, tanto que dá para ir andando de uma para a outra. As águas dessa cachoeira caem em um cannion, o que a torna diferente. eu acabei não indo até ela porque eu estava MUITO molhada, mas Dan foi e disse que é muito bonita!

Encerramos nossa visita à Islândia em um dos pontos turísticos mais clássicos: a Blue Lagoon! É uma piscina natural também, porém é um spa, então é muito bem estruturado. Inclusive dá para se hospedar lá, se quiser! Muito bonito, mas também, por ser famoso, é MUITO cheio. Mas tem que ir, não tem jeito!
 

Clara, escrevendo sobre o dia 23 de outubro de 2015.

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Geleira e praia preta


Total de quilômetros rodados no dia, de acordo com o Google Maps: 297km!

Antes de sair, fizemos o que recomendei no post anterior: conversamos com o recepcionista do hotel para ver o que ele recomenda, condições da estrada, etc. Sobre a estrada, nada diferente. Mas foi bacana porque ficamos ouvindo histórias sobre Aurora Boreal. Ele até nos deu um cartão postal com uma foto que ele tirou, da aurora com uma pequena erupção vulcânica. Além disso, ele repetiu diversas vezes que a “olho nu” não se tem o mesmo visual de uma fotografia, pois a máquina consegue pegar luminosidade que os nossos olhos não conseguem.

Enfim, nossa primeira parada foi no lago Jökulsárlón. É o maior lago glacial da Islândia, criado há alguns milhares de anos atrás, quando a geleira “migrou” para perto demais do mar, e sua “língua” começou a derreter. Lá nós pegamos um barco para passearmos pelo lago. Além de ser um passeio diferente, o guia ainda compartilha informações interessantes como os filmes que utilizaram aquele local para filmagens ou o motivo de termos icebergs de 3 cores distintas (preto, branco e azul).

A segunda parada do dia foi no parque Nacional de Vatnajökull. O parque possui 4 entradas, fomos para a que fica em Skaftafell, pois é a recomendada para ir até a cachoeira Svartifoss. Vatnatjokull é o maior glacial da Europa e o 3º do mundo, tendo uma calota de gelo com cerca de 8100 quilómetros quadrados e que atinge cerca de 1 quilómetro de espessura. Escolhemos fazer a 2ª menor trilha, para vermos a cachoeira e andarmos um pouco pelo parque. No total foram 2 horas de caminhadas, mas valeu bastante a pena! Além do visual, a cachoeira é bem bonita, com suas rochas em forma de pelares (ou algo do tipo).

O terceiro local que visitamos só paramos porque é algo que fica literalmente no caminho, há 200 metros da estrada 1. Trata-se de Kirkjugólf: trata-se de uma formação natural basáltica que possui formato hexagonal das pedras e por isso é conhecida como “solo de igreja”. É interessante, mas apenas isso.

Por último, fomos para Reynisfjara, praia de areias negras (“farelo” de lava vulcânica) da cidade de Vík. Ela é considerada a número 1 da lista das top 10 praias de areia negra do mundo, e eu particularmente acredito que isso seja por conta do conjunto de colunas basálticas e as formações rochosas no mar e na praia. Se eu não me engano, inclusive ela foi cenário para cenas tanto em Game of Thrones quanto o seriado Sense 8!

Dormimos em Vík, uma cidade de 291 habitantes (dados de 2011). A cidade não tem o que fazer, mas jantamos em uma casinha bem fofa!

PS: ainda sem perspectiva de ver Aurora Boreal...

Clara, escrevendo sobre o dia 22 de outubro de 2015.