sábado, 19 de novembro de 2016

Nova viagem - início tranquilo


Oiiiii! Hoje comecei mais uma viagem, que compartilharei aqui com vocês. Mas vou adiantar que esta viagem será diferente das outras, em diversos sentidos. Não vou sair enumerando, mas acredito que aos poucos esses detalhes serão percebidos!

Estou em Portugal, mais especificamente em Cascais! Vim visitar minha irmã, que está morando com a família dela aqui. E para brindar com chave de ouro, o meu primeiro dia caiu justamente no aniversário de meu cunhado!

Hoje foi um dia bem light: matando (muitas) saudades da família, me ajustando ao jet leg, comemorando aniversário com um almoço para lá de especial. Posso dizer que todo o almoço foi “internacional”: entrada baiana (acarajé!), vinhos e prato principal (bacalhau) portugueses, e sobremesa que, apesar de ter nome russo, é australiana: Pavlova! Pensem em um negócio DOS DEUSES!?!!


Com isso, hoje foi um dia para relaxar e curtir a família!!

Clara, escrevendo sobre o dia 19 de novembro de 2016.

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sábado, 30 de janeiro de 2016

Último dia de viagem

Hoje resolvemos curtir um pouco a cidade de Amboise, então fomos tomar café em uma das cafeterias mais famosas da região (está na top 10, segundo alguns sites): Bigot. Ela fica localizada bem no centro da cidade, acredito que seja na rua principal, que é justamente onde fica o castelo de Amboise e o castelo onde Leonardo DaVince morou.

O café foi bom, o lugar muito agradável e o que comemos estava gostoso. A cidade é uma graça, com restaurantes, cafés e lojinhas concentradas nessa “rua principal”. Depois do café nós andamos um pouco por ela, e depois seguimos para Clos Lucé.

Clos Lucé é a casa na qual Leonardo DaVince morou nos seus últimos 3 anos de vida, se eu não me engano. Ele se mudou para a França a convite do rei, na época Francisco I. Atualmente a casa (que é grandinha) é um museu e possui mais de 50 representações de invenções dele! Sim, ela foca nas invenções e não nas pinturas! No início temos um pouco a descrição da casa (representação e significado de cada cômodo). Em seguida, no térreo, temos as explicações de algumas das invenções deles, que foram “construídas” com materiais existentes na época em que ele estava vivo. Além disso, algumas dessas invenções tem explicações através de vídeos, o que torna mais fácil entender como cada uma delas funciona. Depois saímos da casa e entramos em uma outra área com mais de 50 itens reproduzidos em escala menores, de madeira, e separadas por cada “utilização”/setor: aeronáutica, militar, mecânica, etc. Por fim, chegamos no jardim (lindo, imenso) no qual temos representações em escala maiores (acho que algumas até em tamanhos “reais”) de parte dessas invenções! Muito interessante, especialmente pelo fato das invenções serem interativas! A quantidade de crianças brincando era fantástica, fora que o jardim em si, que parece mais um bosque, é muito agradável!
Depois do almoço nós seguimos viagem em direção à Versalles. Desta vez, não pegamos a pista pedagiada (muito cara), o que acabou sendo a melhor opção. Claro, demoramos mais para chegar, porém a vista compensou. Estávamos no outono, o que torna a paisagem diferente do que estamos acostumados, e linda! Parte das árvores sem folhas, várias folhas amarelas e alaranjadas no chão, caindo ou ainda nos galhos, lindo demais!
Chegamos em Versalles. Rapaz, que imensidão! Rsrsrs O castelo é muito grande, o jardim então, nem se fala! Assim que chegamos, compramos o ticket com o áudio-guia e fomos direto para um café (que tem dentro do castelo) para comermos algo. Estávamos com muita fome, mas a comida é em ruinzinha.... Depois iniciamos o tour dentro do castelo. No início, o áudio-guia é bem interessante mas, depois de um tempo, se torna um cansativo. É porque ele traz detalhes específicos de como o cômodo foi construído ou decorado, ou mesmo como os quadros foram pintados. Não contam a história do castelo em si, pelo menos não de uma forma que prenda atenção. Tanto que depois de um tempo paramos de ouvir o áudio.

Mas o jardim... Caramba, dá para se perder nele! Nós andamos muito, vimos o sol se pôr, andamos mais um pouco, chegamos em uma parte do lado, vimos o castelo todo iluminado, e vimos que já estava tarde e tínhamos que voltar. Detalhe: quando vimos o mapa, percebemos que não tínhamos andado nem metade do jardim!

Fomos para o hotel, que ficava bem perto do aeroporto, fomos jantar em um restaurante italiano que ficava dentro de um shopping (nada de mais) e voltamos para o hotel, para a no dia seguinte voltarmos para a realidade...

Clara, escrevendo sobre o dia 30 de outubro de 2015.
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quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Dia de ver castelos!

O que se faz no Vale du Loire além de ficar passeando e curtindo as cidadezinhas? Vamos visitar castelos! E foi isso que fizemos!

Separamos dois castelos para visitar hoje.

Começamos pelo Chambord. Ele fica a mais ou menos 1 hora de Amboise. O castelo é imenso, porém praticamente vazio. Os aposentos têm pouquíssimos móveis, como camas. Além disso, durante a visita você aprende que o castelo sofreu diversas alterações em sua estrutura original. O bacana daqui é fazer o tour com um ipad (que é alugado no próprio castelo): com ele você não apenas lê as explicações de cada cômodo (o aparelho identifica onde você está e automaticamente te trás as informações e opções para maiores detalhes), como também mostra como era a decoração e estrutura anteriormente. Bem interessante, porém achei um pouco maçante: muitos detalhes sobre tudo. No final já estávamos cansados.

O segundo castelo foi o Chenonceau, que fica a 30 minutos de Amboise. MARAVILHOSO! Não é tão grande quanto o anterior, mas é muito agradável. Uma localização ótima, com jardins maravilhosos e um tamanho ideal para um tour. Pegamos o áudio tour, que foi ótimo, pois as explicações eram interessantes e objetivas. Eles contam efetivamente a história do que aconteceu lá de forma envolvente. Eu ficava ouvindo, dentro de cada aposento, e imaginando como deveria ser viver naquela época. E mais, aqui o castelo está todo decorado, então fica mais fácil imaginar! Recomendo muito não apenas visitar o castelo, como também pegar o audioguide.

De noite jantamos em Amboise. Primeiro tentamos ir para o restaurante Le Lion d’Or, por indicação de minha irmã, porém estava fechado. Então fomos no La Reserve. Tudo que pedimos estava bom: entrada, pratos principais e sobremesa.

Clara, escrevendo sobre o dia 29 de outubro de 2015.

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